Confissões de ex-adolescentes


06/10/2005


Será a ausência?

Que m...!!! Eu não entendo mais o que eu quero. Fiquei meses sentindo-me aflita por não ter um namorado e, quando tenho, o que eu quero?

Encontrei-me com ele depois de um pouco mais de uma semana sem nos vermos e, sinceramente, achei tudo muito estranho. Talvez a paixonite tenha passado... talvez o amor não tenha chegado... Só sei que estou insegura. Insegura com relação ao que ele sente por mim e ao que eu sinto por ele. Eu sinto?

Gosto de estar com ele, ser abraçada e beijada por ele, mas falta algo... falta um quê de confiança... um quê de vontade de estar sempre por perto. Comentei com ele esse meu afastamento e ele perguntou se não seria, talvez, o longo tempo longe um do outro. Pode ser... como saber? Mas tô começando a achar que talvez seja melhor ele ficar com as amigas e eu com os amigos... hehehehehehe

Escrito por Anônima às 10h43
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03/10/2005


25 Anos

Pelo menos pra mim é uma idade especial. Simboliza um marco, uma passagem... De garota para mulher. Pois a minha adolescência se estendeu por um longo período. Talvez eu esteja meio “atrasada” com relação as moças da minha idade. Aos 25 anos, me surpreendo com coisas que já não são novidade para muitas meninas de 15!

É nesse momento da minha vida que começo a me sentir mais segura e confiante. Acabou a síndrome do “patinho feio”, e constatei que virei um cisne!

Um momento, sobretudo, de ficar sozinha ou ainda, na melhor companhia que há! A minha mesma! Tenho feito muito por mim, tenho me dado atenção, amor e respeito. As tempestades se foram, o tempo é de calmaria. Deve ter pouco mais de um mês que estou vibrando essa energia... De paz!

Acabaram-se os conflitos, acabaram-se as dúvidas e todas as incertezas, dissipou-se a insegurança, tudo virou pó e o vento levou. Sei do meu caminho, sei que estou indo bem, sei que estou buscando. E somente a busca, o caminho já me vale muito a pena!

Tem uma música que diz: “Você não sabe o quanto eu caminhei / pra chegar até aqui / percorri milhas e milhas antes de dormir / eu nem cochilei...” Quando penso em mim, ouço essa música e me regojizo, pois acredito estar na melhor fase da minha vida!

Obviamente, que o mundo nos traz uma série de desafios com diversos graus de dificuldade, mas quando estamos bem por dentro, a gente “segura a onda” e encara os problemas apenas como exercício para nos tornarmos seres cada vez melhores!

 

Estou com 25 anos e... Vocês não sabem o quanto caminhei pra chegar até aqui!

Escrito por Anônima às 11h53
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Voltando a estaca zero

Quando penso que está tudo bem entre nós, e que vamos começar a ter uma relação pacífica e civilizada, ele vem pra mim com seus olhares penetrantes e indiscretos.

Olhos malditos, que numa fração de segundo, adentram a minha alma e vêem o que não pode ser visto.

Um amor, talvez um pouco mais morno, talvez adormecido, mas que continua lá no mesmo lugar de sempre, intocado.

Quantos outros amores já passaram... Quantas vezes já ventou dentro do meu coração. Mas esse sentimento não me abandona, mesmo passando pelas mais terríveis intempéries.

E quando ele olha no fundo dos meus olhos, ele vê esse amor que eu tento esconder dentro de uma personagem que criei... Uma personagem que o detesta.

Olhando lá dentro, ele sabe que se trata apenas de uma personagem... Uma carapuça de mulher altiva.

Fico com muito ódio! Quero matá-lo! Vou pra casa e choro, e me pergunto até quando vou ter que suportar isso?

No outro dia, tudo de novo.

Depois das patadas, ele se afasta e fica assim por longos tempos. Mas... Basta um sorriso, basta chegar mais perto e pronto! Voltamos a estaca zero.

Escrito por Anônima às 11h51
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Lesma ou caramujo?

Realmente, parece que todo mundo está numa fase lesma de ser!
Inclusive o meu namorado! Hunft!
Olha, eu aceito qualquer desculpa: dor de cabeça, trabalho-extra, reunião de fim-de-semana, sei-lá-mais-o-quê! Mas não me ver porque talvez chova?! Ah, é um absurdo!
Eu não sei o que acontece com o ser humano... Quando ele não tem, ele quer. Quando ele tem, não quer...
O que fazer? Cobrar? Ignorar? Fingir que está tudo bem? Mostrar que não está nada bem? Falar com todas as letras: "Ei, tô querendo um homem de verdade para mim!"? Pois é... Talvez eu seja "macha" demais, sabe? Auto-suficiente, independente... Porque só aparece moço frouxo! Dá licença!

Escrito por Anônima às 08h12
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